A empresa: meu novo educador, outras maneiras de se olhar.

*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.

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Categoria:Colaboração com empresas
Tags:Contratação Mundo laboral RSC_ Responsabilidade Social Corporativa

A partir da Escola Segunda Chance de Sevilha, é dada uma enorme ênfase ao envolvimento das empresas na concepção e desenvolvimento de itinerários de inserção sócio-laboral dos jovens, incentivando-os a conhecer em primeira mão o grupo com o qual trabalhamos e o valor social que pode trazer às suas equipas de trabalho, orientando as organizações nas ações de responsabilidade social corporativa, solicitando a sua colaboração tanto na concepção de ações de formação e práticas não laborais a pedido, como no desenvolvimento de ações de mentoria e coaching. como convidá-los a participar em eventos sócio-laborais como encontros com jovens, pequenos-almoços ou feiras de emprego.

Assim, temos apostado no poder das empresas em educar e participar na formação de jovens em competências transversais, como uma nova forma de olhar para o outro e um novo caminho conjunto a descobrir. Assim, a colaboração que lhes é solicitada é a ministração de sessões e workshops em que os jovens da Escola Segunda Chance de Sevilha possam treinar ativamente as competências transversais mais relevantes para a empresa em questão e mais alinhadas com os valores e cultura da organização.

Este novo percurso formativo favorece a sensibilização das empresas para o grupo de jovens em segunda oportunidade e a sua aposta em elementos mais educativos e não tão laborais, para que o apoio do empregador seja conseguido ao longo de todo o percurso do jovem desde uma fase mais pré-emprego até outra em que o jovem já possui competências profissionais para o emprego e, seguramente, outras qualificações de formação para ingressar no mercado de trabalho.

Assim, é dada prioridade à capacidade da empresa ser um agente ativo de mudança nos itinerários educativos das pessoas, com capacidade de ensinar, orientar, propor, facilitar, acompanhar, valorizar e permanecer com elas.

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Coletivo:
  • Pessoal docente
  • Jovens

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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.