*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.

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Categoria:Desenvolvimento de competências profissionais e sociais
Tags:Acompanhamento Aprendizagem permanente Formação prática Competências básicas Competências sócio-pessoais Competências técnico-profissionais Trabalho em grupo

Observação por competências em oficinas ocupacionais: É uma metodologia de avaliação contínua para conhecer as competências adquiridas ou que precisam ser melhoradas tanto em nível grupal quanto individual.

As competências a observar são muito diversas dependendo do objetivo e interesse do momento, por isso cada vez que fazemos uma prática de observação por competências escolhemos as necessárias naquele momento. Poderá fazer tantas sessões de observação ao longo do curso quantas a equipa avaliar com base nos resultados, bem como avaliar se é adequado observar as mesmas competências ou outras de natureza diferente.

O momento da sessão de observação por competências: o professor apresenta ao grupo de alunos a atividade do dia e o tempo para a realizar, por exemplo, preparar um menu na cozinha (em equipa) ou criar uma figura de acordo com um plano na oficina de soldadura (individual) ou lavar e pentear o cabelo de um cliente no salão de cabeleireiro (individual) entre outros.

Depois de explicada a atividade, os professores passam à observação enquanto os alunos conseguem realizar a prática explicada. Uma vez que os alunos saibam o que precisa ser feito, a tarefa dos professores (dois ou mais para ser objetivo) é apenas observar e anotar as ações na grade; eles não podem intervir a menos que seja necessário. A atmosfera gerada é como se estivessem em um local de trabalho.

As competências que podem ser observadas podem ser tanto técnicas como transversais dependendo da atividade e do objetivo de análise: comunicação, trabalho em equipe, resolução de conflitos, iniciativa, uso de EPI, etc.

Terminada a observação, o feedback geral é dado ao grupo pelos professores que estiveram na observação e o tutor do grupo é responsável por fornecer o feedback a nível individual e é tido em conta no plano de trabalho individual.

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Coletivo:
  • Pessoal docente
  • Jovens

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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.