*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.

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Categoria:Desenvolvimento de competências profissionais e sociais
Tags:Competências básicas Avaliação Individualização

A leitura eficaz tem fundamentos teóricos que são levados em consideração na concepção da avaliação e no trabalho a realizar no centro educativo para individualizar as tarefas e desafios a alcançar pelos alunos, tendo em conta o nível de leitura e as necessidades de cada aluno.

A situação geral dos jovens está relacionada com a forte rejeição a tudo o que se identifica com o ambiente escolar, o que leva a pouca motivação para melhorar. Isto nos leva à decisão de trabalhar a leitura eficaz de forma específica e controlada e, ao mesmo tempo, à necessidade de monitorar o seu progresso.

Dispomos de um plano de trabalho de melhoria da leitura estruturado com base na leitura de livros selecionados com exercícios que potenciam variáveis-chave na leitura eficaz (amplitude do campo visual, vocabulário, memória,...) sistematicamente em sessões semanais de 2 horas.

Além desta dinâmica central, outras são realizadas como:

  • Visitas organizadas às bibliotecas públicas para empréstimo de livros e leitura no centro educativo.
  • Ler em voz alta com ouvintes externos (idosos, crianças,...) e ouvintes internos (alunos, outros grupos, professores,...) para baixos níveis de leitura.
  • Leitura dialógica de textos.

A motivação dos alunos é alcançada com um plano de trabalho e algumas características principais:

  • O agrupamento por nível de leitura eficaz
  • Proporção de alunos (aproximadamente 8)
  • metas individuais
  • Seleção do livro e da leitura
  • Capacidade de visualizar filme sobre o livro após o fim do
  • Autoevaluación y evaluación final (Encuesta –opinión sobre el libro leído)
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Coletivo:
  • Jovens

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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.