*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.

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Categoria:Desenvolvimento de competências profissionais e sociais
Tags:Apoio em procuras sociais Qualificação Ambiente de aprendizagem Competências básicas Competências técnico-profissionais Desenvolvimento profissional

A partir de janeiro, um dia por semana, a sala de cabeleireiro abre para atender: familiares dos alunos do centro, da vizinhança, utentes dos Serviços Sociais públicos e privados (abrigo municipal, centro municipal de assistência social, Cáritas) e estudantes de outros centros sociolaborais. É importante ressaltar que a maioria desses usuários que chegam não conseguiriam acessar serviços com essas características se não fosse desta forma.

Para os estudantes é uma prática anterior à entrada no mundo do trabalho. Em relação ao aspecto profissional, o processo que eles seguem é: primeiro eles penteiam o cabelo das bonecas, depois penteiam os cabelos uns dos outros, depois o centro abre um dia por semana, depois vão para um estágio em um salão de cabeleireiro no final do curso.

Este serviço de cabeleireiro gratuito oferecido aos alunos é totalmente supervisionado pelo professor, do início ao fim, e abrange desde a recepção do cliente, alojamento, realização das operações técnicas que desejar, “recolha” e despedida. A cobrança propriamente dita não existe, o que se realiza é uma prática que se realiza com um programa de gestão que já viram na sua aula de informática, que inclui tanto a recepção do cliente, registando-o na sua base de dados, anotando os serviços que vão ser executados com o respectivo preço e posterior recebimento, que é entregue ao cliente, mesmo que não seja cobrado.

Esta prática não funciona apenas com a formação profissional de cabeleireiro, trabalha com eles de forma transversal.

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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.