*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.

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Categoria:Desenvolvimento de competências profissionais e sociais Integração profissional e social
Tags:Qualificação Formação prática Ajuda ao estudo Competências básicas Competências sócio-pessoais Competências técnico-profissionais Empregabilidade

Na E2O da Associação Arrabal AID trabalhamos com jovens em situação de vulnerabilidade.

Em Janeiro de 2020, começámos a ministrar formação básica de inglês focada no mercado de trabalho (sector hoteleiro, comércio, etc.), com o objectivo fundamental de que os nossos alunos adquiram competências linguísticas, o que lhes facilitará a procura de emprego no futuro. São aulas eminentemente práticas, dinâmicas, motivadoras e com conteúdos digitais, assentes também em competências técnicas dos setores acima mencionados.

Estas ações de formação destinam-se aos alunos que realizam o ESA e representam um reforço dos seus estudos de preparação para os exames dos próximos meses.

Atualmente, contamos com 15 alunos que participam dessas aulas de reforço linguístico, que acontecem uma vez por semana com duração de 2 horas.

Dada esta realidade, foram incorporados os seguintes conteúdos do E2O da Associação Arrabal:

  • Habilidades comunicativas: interação em uma conversa entre duas ou mais pessoas em inglês.
  • Habilidades gramaticais: foco no setor empresarial/atendimento ao cliente.
  • Habilidades sociais: habilidades sociais essenciais para a procura de emprego.

Promover estas formações é uma demanda que detectamos na entidade social. A aprendizagem de línguas pode ser um recurso não só pedagógico, mas também na vida profissional e social, pergunta uma grande percentagem de empresas ao contratar pessoal com conhecimentos linguísticos.

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Coletivo:
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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.