*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.
Categoria:Colaboração com empresas
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Dentro do programa de formação que a Associação Cultural Norte Jovem oferece a todos os alunos que estão a realizar um itinerário formativo de inserção sócio-laboral, existe a disciplina de Competências Laborais que visa aproximar os alunos do mundo do trabalho e capacitá-los em competências para o acesso e manutenção no emprego.
O objetivo do projeto Rumo ao Emprego é fornecer ferramentas de integração sócio-laboral aos nossos alunos, com a colaboração ativa do mundo empresarial. Por meio de entrevistas simuladas, realizadas por colaboradores ativos em seus locais de trabalho. Os jovens em risco de exclusão sociolaboral, que estão em formação para conseguir um emprego, treinam as suas competências sociolaborais, identificando pontos fortes e aspectos a melhorar. No Norte Joven consideramos que as entrevistas simuladas são um procedimento muito útil para os nossos alunos se testarem, gerirem a sua ansiedade neste tipo de situações e reduzirem progressivamente a sensação de “vertigens” antes de uma entrevista de emprego e perante o mundo do trabalho. Por outro lado, esta iniciativa permite sensibilizar os voluntários apoiados pelas suas empresas para a realização de uma colaboração fácil de executar, claramente definida e que prossiga objetivos específicos.
Desde 2008, todos os anos, uma média de 90 alunos e estudantes em pleno percurso formativo, passam por esta experiência formativa que lhes permite um primeiro contacto com o mundo do trabalho e uma implementação das competências que são trabalhadas no centro. Participaram mais de 500 voluntários de mais de 15 empresas.
Foto (coluna da direita): Christina @wocintechchat.com em Unsplash
Coletivo:- Jovens



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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.