*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.

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Categoria:Colaboração com empresas Desenvolvimento de competências profissionais e sociais Integração profissional e social
Tags:Itinerário educativo Competências sócio-pessoais Competências técnico-profissionais Empregabilidade Relações laborais

Este programa inclui uma lista de 27 competências, organizadas em sete clusters, que são ordenados numa perspetiva de desenvolvimento, desde um nível inferior de maturidade e autonomia, até um nível superior.

O programa dispõe de algumas ferramentas para sua implementação pela equipe docente: documentação de referência sobre o plano, que explica suas características e finalidades, as competências incluídas, guias para professores e materiais didáticos, além de ferramentas informatizadas para avaliação e qualificação.

Cada equipa docente escolhe uma série de indicadores da lista total para trabalhar com o seu grupo de acordo com as características dos seus alunos, o grau e tendo em conta os resultados de aprendizagem a adquirir. Este itinerário pode ser modificado em função das necessidades detectadas durante o curso da formação.

Uma vez definido, quinzenalmente é dada especial atenção a um indicador.

No final da quinzena é realizado um tutorial onde cada aluno realiza uma autoavaliação, ao mesmo tempo que é avaliado pela equipa docente e contrastado pelos seus pares.

Os indicadores destes valores sócio-pessoais são tidos em conta na avaliação formal dos alunos e têm um peso ponderado na qualificação académica do aluno.

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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.