*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.
Categoria:Desenvolvimento de competências profissionais e sociais Integração profissional e social
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No âmbito de um campus de colaboração e aprendizagem online para as entidades membros da Associação Espanhola de Escolas de Segunda Oportunidade, a sessão “PERSPECTIVA DE GÊNERO NA INTERVENÇÃO. FERRAMENTAS PARA TRABALHAR MASCULINIDADES E LINGUAGEM INCLUSIVA”em 13 de julho de 2021 ministrado por Iniciativas de Solidariedade (mais precisamente Mati Vargas e Ximo Vila).
Esta sessão de 2 horas enfatizou a necessária busca da igualdade de género e incluiu o intercâmbio de boas práticas.
No início foram feitas 2 perguntas aos participantes, relacionadas com as suas expectativas em relação à sessão e a resistência que encontramos ao utilizar uma linguagem inclusiva. À medida que novas respostas foram incluídas, formou-se uma nuvem de palavras onde pudemos recolher opiniões e experiências muito diversas.
A seguir, Mati Vargas comentou alguns apontamentos para poder trabalhar e educar a partir da inclusão:
- Prevenir situações de violência de género: tornar visíveis as más práticas e situações admitidas que são geradas a partir deste tipo de violência.
- Evite desenvolver tarefas que reafirmem os papéis de género.
- Esqueça os preconceitos habituais: “as meninas são mais sensíveis e os meninos são mais durões”.
- Fortalecer a autoestima: por meio de atividades que distribuam equitativamente o trabalho e a participação de todos.
- Use uma linguagem inclusiva.
- Educar a partir da inclusão: os alunos devem participar e colaborar juntos no desenvolvimento de diretrizes de convivência de forma que garantam oportunidades iguais para todos.
Em seguida, Ximo Vila compartilhou uma apresentação sobre masculinidades igualitárias para refletir sobre a mudança nas estruturas masculinizadas nas entidades e falou sobre esse conceito como uma construção social. Sua apresentação pode ser acessada através deste link. Ele também mencionou o guia “Homens e masculinidades)” coordenado por Agostina Chiodi disponível através esse link.
Mati Vargas tomou então a palavra para apresentar o segundo ponto: a resistência à linguagem inclusiva. Apresentou e explicou 8 resistências. Sua apresentação pode ser acessada através deste link.
Após essas explicações, houve uma parte mais prática, onde os participantes puderam se aprofundar na resistência da linguagem. Foram formados 3 grupos nos quais foram convidados a trabalhar mais extensivamente nessas resistências. Após cerca de 25 minutos de trabalho em salas, o workshop terminou com a partilha das principais conclusões e boas práticas propostas por cada uma das equipas formadas.
Para mais informações: mati@iniciativessolidaries.com
"A tradução das práticas é feita por um tradutor online."
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