*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.

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Categoria:Colaboração com empresas Desenvolvimento de competências profissionais e sociais Integração profissional e social
Tags:Competências sócio-pessoais

O projecto “Atitude Sembrando” foi pensado com o intuito de oferecer aos jovens dos 18 aos 30 anos a possibilidade de adoptarem competências que lhes permitam melhorar a sua situação actual, seja permitindo a sua passagem pelo projecto para os ajudar a retomar os estudos ou melhorar suas chances de inserção no mercado de trabalho e poder manter o emprego ao ingressar nele.

É um projeto pioneiro, em que trabalhadores comprometidos estão envolvidos no processo de mudança que um jovem sem habilidades sociais ou inteligência emocional deseja empreender.

O programa “Sembrando Atitud” é um projeto de voluntariado corporativo desenhado pela Associação Arrabal-AID e cujo piloto foi liderado pelos Agentes Dinamizadores da empresa Limasa.

O projeto começou a tomar forma em outubro de 2014 e para a sua execução foram necessárias 3 sessões de formação para preparar os mentores para semear os hábitos que queríamos incutir através do kit de sementes (Huerto de Emociones) que desenhámos para o efeito, que o melhor que consideramos no campo da psicologia, coaching, nlp, gestalt e toda essa disciplina que verificamos pode incutir mudanças nos beneficiários. Estas sessões decorreram nos meses de dezembro de 2014 e janeiro de 2015, sendo leccionadas por técnicos da Associação Arrabal-AID e sobretudo tiveram como objetivo capacitar os mentores para que se sintam capazes de orientar os jovens com o melhor de si. apoiados com ferramentas (no nosso caso as sementes) e assim poder documentar os avanços que foram acontecendo nas crianças.

O objetivo de contar com as sementes foi deixá-los à vontade durante a mentoria ao transferir para cada aluno as áreas de melhoria em cada sessão e, acima de tudo, permitiu-nos adaptar-nos à singularidade de cada menino/a, pois nem todos têm trabalharam as mesmas sementes, foram decisões por consenso entre mentor e beneficiário. Isso nos permitiu obter resultados mais eficazes.

Ressalte-se que o grupo de Agentes Dinamizadores de Limasa que se interessou por este projeto foi de 66. Porém, para melhor estruturar o projeto e dar-lhe o acompanhamento que merece, chegamos a um acordo entre a Associação Arrabal-AID e a Limasa para realizá-lo até grupos de no máximo 11 mentores por vez.

As sessões foram acertadas uma vez por semana, com mínimo de duas e máximo de seis no total. A duração de cada um é de 45 minutos e o encontro do mentor com o aluno decorreria no espaço e intervalo de trabalho do mentor. Terminadas as sessões individuais, procedeu-se a um pooling para avaliar todo o processo e poder melhorá-lo para as próximas edições, tendo a duração total do projeto sido de um ano.

Para mais informações, baixe o anexo em anexo.

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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.