*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.
Categoria:Desenvolvimento de competências profissionais e sociais Integração profissional e social Trabalho em rede
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Desde o E2O da Associação Arrabal AID, continuamos trabalhando para que os alunos quebrem a exclusão digital e estamos conseguindo isso graças ao centro Guadalinfo Ciudad Jardín Arrabal-AID. Os nossos alunos frequentam formações muito úteis para valorizar a sua imagem curricular e laboral, aumentando assim os seus conhecimentos, potenciando as suas competências e adquirindo competências em novas ferramentas digitais para o mercado de trabalho.
As oficinas digitais a que nos referimos foram ministradas durante os meses de fevereiro, março e abril de 2020, em quatro sessões distintas onde participaram um total de 21 alunos pertencentes à nossa escola. Nestas sessões foram discutidos os conteúdos relacionados com: curriculum vitae e carta de apresentação (definição e tipologia), entrevista de emprego (técnicas de coping, diferenças entre entrevistas individuais e em grupo), redes sociais profissionais e portais de emprego, análise dos diferentes métodos e processos de seleção de pessoal existentes no mercado de trabalho atual e aquisição de ferramentas que potenciem a autonomia dos utilizadores na sua procura ativa de emprego.
Nessas oficinas, a proximidade com o aluno tem prevalecido com exemplos cotidianos extrapolados para o ambiente de trabalho. Desta forma, colocam em prática de forma simples os seguintes conteúdos, tanto individualmente como em grupo:
- Elaboração de currículo focado em diferentes objetivos profissionais, elaboração de carta de apresentação.
- Estabelecimento da marca pessoal e definição do objetivo profissional.
- Autoconhecimento das próprias competências, capacidades, pontos fortes e fracos, análise das diferentes necessidades e exigências consoante o setor de mercado em que se centra a procura de emprego.
A consolidação das aprendizagens transmitidas aos alunos tem sido reforçada pela utilização de atividades e dinâmicas de grupo como role-plays e diversos exercícios que potenciam e contribuem para a expressão individual da pessoa, ajudando a ultrapassar barreiras como o medo do palco ou falar em público, colocando à sua disposição diversas técnicas que serão muito úteis e que poderão utilizar em diversas situações. Sempre a partir de um lugar de respeito ao grupo e colocando-se no lugar do outro, adquirindo diferentes papéis, não apenas como candidatos a um determinado cargo, mas até adquirindo o papel de empreendedor, para poder abstrair-se objetivamente da situação individual de cada pessoa em particular diante de um processo seletivo de qualquer natureza, promovendo assim o mais alto nível de aprendizagem e adaptação possível para alcançar com sucesso a inserção sociolaboral de nossos beneficiários.
Os nossos alunos melhoraram as suas competências digitais, aprendendo e conhecendo diferentes plataformas e portais que os podem ajudar na procura de emprego, puderam experimentar e potenciar os seus pontos fortes, melhorando as suas competências e adquirindo novas competências para se adaptarem com sucesso ao mercado de trabalho atual.
O objetivo final destes workshops sobre competências digitais é garantir que os nossos alunos se tornam cada vez mais autónomos no desenvolvimento de competências digitais, o que implica estar em contínuo conhecimento e reciclagem das mesmas, adaptando-os ao mercado de trabalho em geral e ao emprego pelo qual estão a optar em particular. É uma aprendizagem contínua, em que é de vital importância que a pessoa esteja atualizada, ativa nos portais de emprego e consciente da mudança contínua que se vive no mercado de trabalho que a rodeia.
Coletivo:- Jovens



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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.