*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.

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Categoria:Colaboração com empresas Desenvolvimento de competências profissionais e sociais
Tags:Acompanhamento Ambiente de aprendizagem Formação prática Interculturalidade Itinerário educativo Orientação Competências sócio-pessoais Competências técnico-profissionais Formação técnica práticas RSC_ Responsabilidade Social Corporativa

Flash Practices é um modelo de intervenção socioeducativa baseado em curtos períodos de estágio em formato de voluntariado reverso com apoio profissional local e acompanhamento educativo tutelado.

Destina-se a jovens com 16 ou mais anos que se encontrem em situação de vulnerabilidade ou exclusão social e com percursos de vida de insucesso continuado e evidência de inadequação transversal de competências, o que muitas vezes conduz à desorientação relativamente ao seu próprio projeto profissional.

Os objetivos perseguidos são:

  • Fornecer ferramentas motivacionais para a descoberta do estabelecimento de referências profissionais ou detecção de ações de manipulação associados com uma ocupação com o / aluno / a pode ser identificado
  • Estabelecer as bases para itinerários mais pessoal adequados aos interesses dos / as jovens
  • Demonstrar questões transversais para melhorias e identificar talentos
  • Permitindo o retorno educacional ou a entrada em emprego
  • Estabelecer redes de trabalho cooperativo entre os diferentes atores do território.

metodologia

A sua aplicação tem sido realizada num E2O rural e descentralizado, em que cada ponto educativo dispõe dos recursos que a sua comunidade pode oferecer, o que implica a necessidade de criar redes de trabalho pró-educativo com enfoque comunitário naquelas que tanto empresas como entidades locais e as diferentes partes da escola geograficamente separadas podem interagir.

Ao contactar empresas e entidades “parceiras” de cada zona e apostar na circulação de estudantes entre centros educativos com rede de transportes públicos, é possível levar os recursos locais de uma comunidade ao resto do território e torná-los acessíveis a quem jovens que podem precisar deles durante o seu itinerário, mas até então não podiam devido à dispersão territorial.

A coordenação entre o centro e a empresa é vital para a execução do itinerário do jovem. Tutor e profissional desenham o itinerário do jovem com os aspectos e competências a trabalhar, utilizando as ações do setor profissional em questão como veículo de aquisição de conhecimentos.

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Coletivo:
  • Jovens

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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.