*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.

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Categoria:Desenvolvimento de competências profissionais e sociais
Tags:Apoio em procuras sociais Aprendizagem permanente Integração social

A maioria dos jovens que frequentam o nosso centro vivenciam situações pessoais e familiares complicadas. Muitas vezes, na equipe, dizemos que muitas de nossas jovens estão feridas no nível emocional. Ao abordar o processo de ensino-aprendizagem para eles e com eles, valorizamos que não devemos fazê-lo apenas na sala de aula ou oficina, mas na vida; não apenas trabalhar cognitivamente, mas sim tratar a pessoa como um todo e abordar suas experiências pessoais, familiares e de relacionamento, comprometidos com a construção de um projeto de vida mais saudável. Neste sentido, procuramos promover, a partir das diferentes áreas do centro, espaços que permitam aos jovens vivenciar uma relação consigo mesmos e consigo próprios a partir da autoaceitação, cultivando vínculos saudáveis, construtores de vida, curadores de feridas.

O espaço de vivência intergeracional que, ao longo de dois anos, estamos a desenvolver contribui positivamente para a autoestima dos jovens, para o seu envolvimento social, para a criação de laços construtivos com os mais velhos, onde todos crescem como pessoas partilhando experiências de vida uma vez por semana, onde todos crescem na alegria e cultivam a ternura.

objetivos

  • Possibilitar a troca de experiências de vida e objetivos comuns entre gerações.
  • Promover e criar espaços para partilhar atividades e conhecer-se.
  • Tentar eliminar estereótipos, preconceitos e imagens negativas entre os jovens e os idosos
  • Promover a participação social
  • Proporcionar espaços que permitem que ambos os grupos compartilham uma realidade comum
  • Fortalecer os laços de pontos de encontro empate jovens e velhos e levar a um bom relacionamento de reciprocidade
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Coletivo:
  • Jovens

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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.