*Informamos que as boas práticas são publicadas no idioma original de origem da escola e as traduções para outros idiomas são feitas por um tradutor automático.
Categoria:Integração profissional e social
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No âmbito do campus de colaboração e aprendizagem online para as entidades membros da Associação Espanhola de Escolas de Segunda Oportunidade, a sessão foi organizada “FERRAMENTAS CHAVE PARA CONSTRUÇÃO DE AMBIENTES DE PROTEÇÃO: MAPA DE RISCOS” realizada em 21 de outubro de 2021, dinamizada por Tomás Aller, CEO e Fundador da iidis (instituto de inovação, desenvolvimento e impacto social).
Esta sessão consistiu em aprender a identificar e formular quais tipos de riscos existem em nossas entidades e refletirmos juntos sobre isso.
Tomás Aller explicou como usar a ferramenta "Mapa de Risco". Este mapa serve para prevenir situações de risco dentro da entidade que possam afetar negativamente as pessoas (trabalhadores ou participantes), evitar danos à reputação da organização, bem como reagir eficazmente quando existe um risco real ou potencial.
Ele também esclareceu que não existe um mapa de risco perfeito mas sim, é melhorado ao longo do caminho e deve ser mantido atualizado porque o conceito de “risco” evolui e é situacional.
As organizações devem estar conscientes das suas fontes de riscos. Estes podem advir do que se faz (por acção), do que não se faz (por omissão) ou do que não se sabe fazer (negligência) e desenhar melhor as medidas necessárias para lidar eficazmente com estes riscos. Além disso, é importante acompanhar estas medidas com uma série de indicadores para saber se estão funcionando ou não.
Para finalizar, se construímos uma matriz de mapa de risco através da criação coletiva. A título de conselho, Tomás Aller recomenda o desenvolvimento de medidas que sejam transversais e sirvam para detectar diferentes riscos.
Acesse a apresentação da sessão.
Coletivo:- Pessoal docente
- Pessoal diretivo



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Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego. Um dos elementos que nos surpreendeu ao realizar esta metodologia é o desconhecimento por parte da população jovem do uso do PC e outras tecnologias. Frequentemente, assume-se que a população jovem, denominada nativos digitais, possui um alto nível de conhecimento ou capacidade de adquirir habilidades digitais. A experiência nos mostrou que o uso de smartphones é muito alto, mas não de programas básicos como o Office, cujo manuseio é muito limitado. Essa carência reforçou a necessidade de incluir esses conteúdos nos treinamentos para aumentar suas chances de encontrar um emprego.